Sábado, 24 de outubro de 2026

Justiça absolve homem acusado de homicídio ocorrido em 2020 em João Pinheiro

Réu foi inocentado da acusação de matar Paulo Cezar de Carvalho após pedido da promotoria, que alegou insuficiência de provas durante o julgamento.

Por Redação WebTV Arinos24/10/2026 às 15:102 min de leitura
Fonte: JP Agora (Leia)
Compartilhar:WhatsAppTelegramXFacebook
Justiça absolve homem acusado de homicídio ocorrido em 2020 em João Pinheiro
Imagem: JP Agora

O Tribunal do Júri de João Pinheiro absolveu, nesta quarta-feira (21), Wilker Vinicios Moreira Tannous, de 34 anos, da acusação de ter assassinado Paulo Cezar de Carvalho, popularmente conhecido como Paulo Bigode. O Ministério Público, por intermédio da promotora Mariana Marim Alves, solicitou aos jurados a absolvição do réu, fundamentando o pedido na ausência de elementos probatórios suficientes para uma condenação.

O episódio aconteceu em 16 de fevereiro de 2020, dentro de um estabelecimento comercial situado no bairro Olaria. Segundo o processo, os envolvidos tiveram uma discussão iniciada por uma briga antiga, momento em que o denunciado buscou uma espingarda em seu carro, disparou contra o abdômen da vítima e evadiu-se. Paulo Cezar foi socorrido, porém faleceu em decorrência do ferimento.

Na sessão de julgamento, a defesa do acusado argumentou que o disparo foi efetuado em legítima defesa, como forma de proteção contra ameaças. Depoimentos de testemunhas corroboraram a existência de uma briga corporal prévia ao tiro. Ao final, os jurados entenderam que a tese defensiva era procedente e acataram o pedido de absolvição. O caso foi encerrado, uma vez que não houve recurso das partes envolvidas.

O histórico de conflitos entre os dois remonta ao ano de 2014, quando a vítima foi detida sob suspeita de furtar estacas de madeira de uma fazenda pertencente à família de Tannous, em Lagoa Grande. Registros judiciais apontavam que Paulo Cezar possuía, ao longo dos anos, passagens por furto e porte ilegal de armamento.

Embora tenha sido absolvido da acusação de homicídio, o réu foi responsabilizado pelo porte ilegal da arma de fogo usada na ocasião. Ele celebrou um acordo com o Ministério Público para pagar R$ 2 mil, valor parcelado em quatro vezes, o que impede a efetivação de uma condenação criminal caso o pagamento seja concluído.

Em Arinos, situações de conflito que envolvam risco à integridade física devem ser evitadas, buscando sempre a mediação. Em casos de ameaças ou situações de perigo iminente, a orientação é buscar auxílio imediato através da Polícia Militar pelo número 190.

Fique por dentro das principais notícias no WhatsApp

Receba em primeira mão alertas de política, economia e TV ao vivo.

Quero receber
Compartilhar:WhatsAppTelegramXFacebook

Leia Também